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Lise Thériault convida Nathalie Normandeau a promover o Plano NortePor Jules Nadeau
Ao entrar na cena política, Lise Thériault beneficiou muito dos conselhos das sua colega, a vice-primeira-ministra Nathalie Normandeau (à direita) Foto: Jules Nadeua, LusoPresse Nathalie Normandeau, que também é ministra das Riquezas Naturais e da Fauna assume ao mesmo tempo a responsabilidade do Plan Nord e foi deste plano que ela falou com entusiasmo durante alguns minutos. Um advogar entusiasta e prometedor em nome do partido no poder de Jean Charest, na sua primeira visita oficial a Anjou. O Plano Norte representa um «novo ímpeto de prosperidade» para o Quebeque capaz de criar, não somente 100 000 empregos, mas bem «500 000 empregos por um período de 25 anos, com investimentos totalizando 80 bilhões de dólares». Trata-se dum projeto a longo prazo, indo mais longe do que uma planificação até às próximas eleições. Resumindo, um projeto imenso ultrapassando a envergadura do projeto da Baie James de que os Quebequenses se orgulham tanto. Segundo o que observou a vice-primeira-ministra Normandeau (nomeada para este posto em abril de 2007), o acolhimento público deste projeto foi positivo. Grandes jornais como o New York Times falaram imediatamente de «projeto mobilizador». Na Europa e nos países asiáticos, o acolhimento foi igualmente favorável. É preciso mencionar também a participação de multinacionais como Rio Tinto Alcan e ArcelorMittal com o anúncio de investimentos substanciais. Madame Thériault, que o LusoPresse entrevistou quando era ministra da Imigração, estava visivelmente em grande forma para acolher os seus partidários. Aproveitou para apresentar a dúzia de membros do seu gabinete no ministério do Trabalho - tantas mulheres como homens. Entre as pessoas presentes no cocktail figurava o ex-deputado liberal federal Pablo Rodriguez (que foi derrotado por Paulina Ayala do NPD). Nas alocuções, não foi feita numa observação sobre as formações políticas da oposição. |
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Acordo Ortográfico
Apesar das resistências encontradas na imprensa portuguesa em geral, o LusoPresse decidiu adoptar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa pelas razões que já tivemos a oportunidade de referir noutro local. Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova. Contamos com a compreensão dos nossos leitores. Carlos de Jesus Diretor |
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