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rss  Vol. XV - Nº 243         Montreal, QC, Canadá - sexta-feira, 05 de Março de 2021
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Os nossos conselhos sobre o Stress

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O ritmo de vida a que estamos sujeitos nos nossos dias é verdadeiramente assustador. Deixa-nos tão pouco tempo livre.

As corridas diárias para os transportes públicos, as bichas do trânsito, as lutas no emprego, humilhações, frustrações, contrariedades, o sentimento de ser dominado, a solidão, um fracasso matrimonial, a morte de alguém mais chegado, as dificuldades financeiras, e enfim as loucuras do quotidiano, atuam em nós como escopro e martelo, arrasando as nossas defesas físicas e psíquicas. É isso o «stress»! Que fazer perante esta roda-viva atribulante?

Eis algumas sugestões:

1. Procure entender o que lhe cause «stress», ou seja, a que é que é mais particularmente sensível. Só reconhecendo conscientemente o que mais o afeta pode tentar evitá-lo, ou conseguir ajudas e construir defesas. Prevenir as situações difíceis inúteis. Reações ou decisões «a quente» tendem a ser precipitadas e. demasiado «stressantes». E se em voz normal não chegaram a acordo, acha que o conseguem aos gritos?

2. Arranje algum tempo para si, seja você mesmo. Diariamente, semanalmente ou mensalmente, conforme o que parecer mais vantajoso, dentro das suas possibilidades, guarde algum tempo, pouco que seja, para se conhecer a si próprio e pensar ma sua vida. Seja você mesmo: não se deixe levar pelas imagens de personalidade de sucesso, e não se deixe tentar a fazer uma comparação constante com os outros: valorize o que há de positivo em si.

3. Procure realizar os seus objetivos, mas avalie as suas possibilidades ou dificuldades: não exija de si o que não pode dar, nem deixe que outros o exijam. Tente diversificar as suas atividades: isso será estimulante para si e ajudá-lo-á a ultrapassar e a contornar os obstáculos, em vez de se deixar enrolar por eles. Reconheça os seus limites e não hesite em pedir ajuda concreta, quando em stress excessivo, à sua rede de amigos, às redes de apoio comunitário, ao seu médico de família, ou mesmo a um especialista.

Não leve os problemas para a cama

4. Não reprima os seus sentimentos, emoções ou opiniões. Não guarde raiva nem rancor. E não deixe os seus problemas em suspenso: procure resolvê-los. Não os leve dias seguidos para a cama, pensando que a almofada é boa conselheira: resolva-os antes de se deitar, e não hesite em procurar um ombro amigo onde encostar a cabeça!

5. Procure gerir o seu tempo e saiba aquilo que tem de enfrentar diariamente, se não conseguir prevenir ou evitar as situações que lhe causam stress, e de modo algum pense acabar totalmente com ele! Um pouco de stress e emoção parecem ser essenciais nesta vida e sem eles tudo seria demasiado cinzento ou não andava. Por outro lado, «tudo o que é demais não presta», como diz o nosso povo.

6. Pare e reflua se começar a sentir-se irritado ou fatigado quando acorda, se tem insónias ou ansiedade: interrogue-se sobre o seu estilo de vida, e o que pode fazer para o corrigir. Um bom conselho: use o seu sentido de humor face a determinadas contrariedades.

Atividade física

7. Aprenda a quebrar a tensão recorrendo à melhor «pílula anti-stress»: atividade física diária, pelo menos um pequeno passeio a pé, ou ginástica ou desporto (ténis, vólei, ciclismo, natação) para, numa palavra, espairecer.

8. Não se esqueça de que um dos perigos do stress está em facilitar acidentes, de toda e qualquer espécie (no trabalho ou no lazer, no desporto ou na condução), ou mesmo violência.

9. Coma devagar uma alimentação equilibrada. É importante que esteja bem alimentado, sem excessos. É importante que pare para comer, e, se possível, faça um pequeno passeio a seguir.

10. Os Centros de Convívio ou de Acolhimento, de Igrejas, de Autarquias ou de ONGs, representam ajuda importante para o combate ao isolamento, e ajuda para vencer o stress e a angústia que se lhe associam. Isto sem esquecer os seus amigos e familiares. Eles são da maior importância, dar-lhe-ão apoio e pequenas recompensas, por palavras ou por gestos. Fortaleça todas as relações.

Nota da Redação: A responsabilidade editorial e científica desta informação é do Movimento Mundial Saúde e Coração em Português (MOSCEP) - Texto fornecido pela Fundação Professor Fernando de Pádua para a Promoção da Saúde e Melhor Qualidade de Vida

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