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rss  Vol. XV - Nº 239         Montreal, QC, Canadá - sábado, 27 de Fevereiro de 2021
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Conselho das Comunidades Portuguesas

Moção sobre os deportados

Em conformidade com a Lei do CCP nº 66-A/2007 e na sequência da decisão tomada pelos Governos Americano e Canadiano de repatriar os residentes naqueles dois países que tenham sido condenados em virtude do código criminal, decisão que afecta de forma dramática não só as pessoas directamente implicadas mas também as suas famílias.

Jovens adultos que se consideravam cidadãos do país de residência, descobrem estupefactos a irregularidade do seu estatuto de residente após os parâmetros judiciais e subsequente condenação de que foram alvo.

Segundo a lei adoptada por cada um dos respectivos países, os cidadãos não residentes ou sem estatuto legal ou que ainda não tenham adquirido a sua cidadania, são repatriados para os seus países de origem após o cumprimento da pena a que foram condenados.

O CP-CCP informado desta situação, manifesta a sua estupefacção junto das autoridades competentes para que negociações sejam encaminhadas no sentido de resolver a situação irregular de todas as pessoas de origem portuguesa que se encontrem numa das situações acima identificadas e que entretanto seja criada, em Portugal, uma estrutura de acolhimento para as pessoas que continuam a ser repatriadas e que são deixadas a si mesmo, muitas delas sem terem nenhuma estrutura familiar que as acolha e às vezes com imensa dificuldade em falarem português, dado ao número de anos em que residiram noutros países de língua e expressão outras que o Português.

Esta situação é particularmente alarmante com os residentes da Nova Inglaterra, nos EUA, no Ontário, Canadá, mas outras regiões como a Colômbia Britânica e o Quebeque, também no Canadá, contam já com alguns casos de repatriamento.

Os repatriados são oriundos dos Açores, Madeira e Continente.

Apelamos ao poder político e diplomático para agir em consequência.

Lisboa, 28 de Janeiro de 2011

Os Conselheiros

Clementina Santos

Manuel Beja

O tempo no resto do mundo

Acordo Ortográfico

Apesar das resistências encontradas na imprensa portuguesa em geral, o LusoPresse decidiu adoptar o novo acordo ortográfico da língua portuguesa pelas razões que já tivemos a oportunidade  de referir noutro local.

Todavia, estamos em fase de transição e durante algum tempo, utilizaremos as duas formas ortográficas, a antiga e a nova.   Contamos com a compreensão dos nossos leitores.
 
Carlos de Jesus
Diretor

 
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