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Emigrantes portugueses

Remessas caem 3,6% em 2009

Lisboa (Lusa) – As remessas dos emigrantes portugueses diminuíram 3,6 por cento em 2009, para 559 milhões de euros, uma quebra de 21 milhões de euros face a 2008, revela o Eurostat.

Este valor representa 0,33 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) português em 2009, que se fixou em 167,6 mil milhões de euros, num ano em que a economia portuguesas se contraiu 2,7 por cento.

Em 2008, as remessas provenientes do exterior representaram 0,34 por cento do PIB, que se fixou em 171,9 mil milhões de euros, representando mais 0,01 pontos percentuais para a criação de riqueza do país.

De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, o total de saídas dos 27 países que integram a União Europeia, as remessas dos imigrantes totalizaram 30,3 mil milhões de euros em 2009, um queda de 7 por cento face ao ano anterior, cuja soma foi de 32,6 mil milhões de euros.

Já em 2009 o fluxo das remessas dos trabalhadores foi maior em Espanha (7,1 mil milhões de euros, 22 por cento do total das remessas UE a 27), Itália (6,8 mil milhões, 21 por cento), Alemanha (3,0 mil milhões, 9 por cento), França (2,8 mil milhões, 9 por cento) e Holanda (1,5 mil milhões de euros, 5 por cento).

O dinheiro enviado pelos emigrantes aos seus países de origem tinha registado um aumento constante nos últimos anos em todos os Estados-membros, uma tendência interrompida pela crise económica e financeira, segundo o Eurostat.

Em 2009, a maioria dos Estados membros registaram uma diminuição do fluxo de remessas dos trabalhadores em relação a 2008, com a maior queda observada em Espanha (de 7,9 mil milhões de euros para 7,1 mil milhões de euros) e França (de 3,4 mil milhões de euros para 2,8 mil milhões de euros).

Emigração
As remessas dos emigrantes portugueses diminuíram 3,6 por cento em 2009, para 559 milhões de euros, uma quebra de 21 milhões de euros face a 2008, revela o Eurostat.
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