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Ano  XI - Nº 151 Montreal, 15 de Dezembro de 2006 Notícias e comentários da comunidade lusófona
ARTIGOS E COMENTÁRIOS
Mensagem de Natal do Embaixador de Portugal
Povoamento açoriano no Sul do Brasil
O LusoPresse na Web
Marca positiva na poesia de Laureano Soares
O povo falou
Natal 2006
Os povos autóctones das Américas
Natal está de volta
Olho Comunitário

  Editor: Norberto Aguiar
  Director: Carlos de Jesus
  Meteo
Pensamento:
A educação é aquilo que permanece depois de esquecermos tudo o que nos foi ensinado.

(Autor: Halifax )

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Festa do 10º aniversário do LusoPresse 

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Obrigado!  

O LusoPresse comemorou 10 anos no dia 1 de Dezembro. As comemorações tiveram lugar dois dias depois, na Associação Portuguesa do Canadá, em recepção muito concorrida, com pessoas do povo, representantes de governos e de associações comunitárias. E muitos colaboradores do jornal, alguns dos quais já nem fazem parte deste projecto... Sobressaiu igualmente a comunidade de acolhimento, representada por um leque variado de personalidades. A juventude também aderiu, aliás, como desde o seu primeiro número. Foi gostoso de se ver. As felicitações foram várias, provindas dos mais variados quadrantes. Enfim, uma festa à altura dos nossos desejos. De parabéns por isso toda a equipa do LusoPresse.


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Lei da Nacionalidade já
está em vigor

Os filhos dos imigrantes nascidos em Portugal já podem tornar-se portugueses a partir de hoje, dia em que a nova Lei da Nacionalidade entra em vigor.
Entre as alterações previstas na nova lei de atribuição e aquisição da nacionalidade portuguesa, destaca-se o «reforço do princípio do “ius solis”», lê-se no diploma, cujo regulamento foi publicado em Diário da República ontem.
O documento refere que foi tido em consideração o facto de «muitos descendentes de imigrantes, embora sendo estrangeiros, nunca tenham conhecido outro país, além de Portugal, onde nasceram».
Os filhos dos imigrantes africanos vão ser assim os principais beneficiários da nova lei, uma vez que são aqueles que há mais tempo estão em Portugal.
«Neste contexto, pela nova lei é atribuída a nacionalidade portuguesa de origem aos nascidos no território português, filhos de estrangeiros, se pelo menos um dos progenitores aqui tiver nascido e aqui tiver residência, independentemente do título, ao tempo de nascimento do filho», indica o diploma.

10 Anos
Tudo vale a pena quando a alma não é pequena...  
Carlos de Jesus

Cada vez que me sento aqui diante da página branca à espera de inspiração para botar umas quantas considerações dignas dum editorial, sinto uma pequena dúvida assaltar-me. Será que as minhas opiniões vão realmente interessar alguém? Será que tenho algo de importante ou pertinente a dizer? Será que há quem se interesse pelo que escrevo? Porque esta, ao fim e ao cabo, é a única recompensa que espero ter. A recompensa de poder partilhar com os meus semelhantes dum certo número de ideias que de algum modo – desculpem a presunção – seja a minha contribuição, o meu grão de sal para que a massa levante.

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A nova lei abrange também «os nascidos em território português, filhos de estrangeiros que se não encontrem ao serviço do respectivo Estado, se declararem que querem ser portugueses, desde que no momento do nascimento, um dos progenitores aqui resida legalmente há pelo menos cinco anos».
 
Os menores filhos de estrangeiros e nascidos em Portugal podem ser naturalizados se, «no momento do pedido, um dos progenitores aqui residir legalmente há cinco anos ou se o menor aqui tiver concluído o primeiro ciclo do ensino básico».
A partir de hoje, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deixa de aceitar e instruir os pedidos de aquisição da nacionalidade por naturalização, passando esta competência para a Conservatória dos Registos Centrais.
Os imigrantes podem informar-se sobre as disposições legais e os efeitos da Nova Lei da nacionalidade portuguesa em www.nacionalidade.sef.pt
A nova Lei da Nacionalidade foi aprovada em Fevereiro passado na Assembleia da República com os votos a favor do PS, PSD e PCP e abstenções do CDS-PP e Bloco de Esquerda.




(Lusa)

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Relógio da população mundial:
 
Projecção baseada nos dados do
US Bureau of Census assumindo-se
que a população mundial aumenta
0,926% anualmente.

População da Lusofonia em 2006:
País População aumento
anual

Angola 11.993 M +1,6%
Brasil 188.078M +2,9%
Cabo Verde 421M +3,1%
Guiné-Bissau 1.442M +0,1%
Macau 453M +3,4%
Moçambique 20.530M +2,2%
Portugal 10.605M 0,0%
São.Tomé e Prin. 193M +1,5%
Timor 1.063M +1,6%