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Ano  X - Nº 146 Montreal, 1 de Outubro de 2006 Notícias e comentários da comunidade lusófona
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Para Henrique Laranjo, proprietário do Restaurante Chez le Portugais pelo bom labor profissional, e ao mesmo tempo social, que tem vindo a desenvolver no seu habitat de trabalho.
Se por um lado, Henrique Laranjo tem de ganhar a vida fazendo trabalhar o seu restaurante, por outro lado nada o obrigava (obriga) a ter propensão para as coisas comunitárias, sempre respondendo aos pedidos que lhe chegam de muitas partes. Exposições, peditórios, e outros apoios diversos, para tudo e todos há sempre uma palavra de encorajamento do Henrique. E quantas vezes não mesmo o tomar da dianteira do que é preciso fazer-se...
Tudo isto para explicar que um destes últimos dias, soube «Olho Comunitário», Henrique Laranjo foi mais uma vez abordado para colaborar, mas agora com os responsáveis do Hospital Shriners num movimento de recolha de fundos na Comunidade Portuguesa de apoio àquela instituição juvenil de saúde. Diz quem sabe. Henrique Laranjo começou logo a fazer planos e a ver até onde pode ir o apoio da nossa comunidade. «Faz-se um calendário onde todas as organizações possam trabalhar. Depois, no final, uma grande festa que coincida com a entrega do nosso cheque (da Comunidade). Já viste o impacto que isto não era...», contava feliz o terceirense para um amigo deste jornal e que deu conta ao «Olho Comunitário».
Haverá mesmo iniciativa? Tem a palavra o Henrique Laranjo.


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Desta vez vai direitinho para o nosso Consulado.
Então não é que nos contaram que muitos compatriotas nossos, nestes últimos tempos, vão ao Consulado tratar dos seus papéis e quando lá chegam logo estão de volta a casa porque os computadores estão «em baixo», leia-se sem «potência», salvo seja, querido Jesus!, como dizem os nossos compatriotas açorianos mais antigos.
Segundo o que «Olho Comunitário» está sabendo, os computadores no Consulado parece que já precisam de reforma – ou algumas das suas peças, que não chegam de Lisboa por falta de dinheiro ou de requisição, vá lá saber-se...
De resto, nos consulados portugueses as coisas nem sempre funcionam da melhor maneira. Umas vezes é por falta de pessoal; outras por falta de acessórios vários, quando não são por mor das greves (Londres, recentemente foi exemplo).
Mas voltemos a Montreal, que «Olho Comunitário» não pode abraçar os problemas de outras comunidades.
Depois da tinta para os passaportes – que demorou mas felizmente já foi resolvida – são os computadores a não terem as peças devidas em tempo de substituição... Quando este caso for resolvido, «Olho Comunitário» promete dar a notícia.

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